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CPRH divulga estudo ambiental do Estaleiro Naval Construcap


O estudo ambiental solicitado pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) ao Estaleiro Naval Construcap, quando no pedido da licença ambiental, já está disponível no portal da CPRH. Além da consulta ao site (
www.cprh.pe.gov.br), os interessados também podem ter acesso à versão impressa do documento no Centro de Documentação e Informação Ambiental (CDIA) da Agência, localizado em sua sede no Recife e na prefeitura de Ipojuca.

A proposta de construção é da Construcap CCPS Engenharia e Comércio e tem como local pretendido o Complexo Industrial Portuário de Suape na porção central da Ilha de Tatuoca, município de Ipojuca. Solicitações para realização de audiência pública podem ser feitas à CPRH até o dia 22 de maio.

Se aprovado, a previsão é que a capacidade total de processamento de aço do empreendimento atinja 40 mil toneladas por ano.  A Construcap estima que no pico da obra serão gerados em torno de dois mil empregos diretos atrelados à construção civil e à montagem mecânica de equipamentos. A empresa afirma também priorizar a mão de obra local capacitada. No tocante ao meio físico, o manguezal é a vegetação dominante de toda a extensão da Área de Influência Direta (AID) do empreendimento e, consequentemente, crustáceos e moluscos são as espécies animais habitantes. 

De acordo com o estudo, a opção pelo porto de Suape se deu em função das questões climáticas, da infraestrutura local disponível, oferta de mão-de-obra, localização estratégica, incentivos fiscais e das características específicas de seu Plano Diretor. O estaleiro Construcap compõe o Cluster Naval no qual se inserem mais cinco empreendimentos navais em torno do Estaleiro Atlântico Sul, aos quais se juntam um terminal de minério e ferro e a ampliação do terminal de contêineres (Tecon).

Atendendo às resoluções nº 001/86 e 237/97 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), a divulgação do Rimac pela CPRH propõe apresentar à comunidade os principais aspectos relacionados com o empreendimento, incluindo os impactos ambientais, de maneira simples e didática. O documento também foi encaminhado, para conhecimento, à Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema), Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

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