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Educação ambiental - nossa missão


"Está na hora de fazer educação ambiental no meu quarto!" - disse uma adolescente, ao término de uma palestra sobre meio ambiente, quando foi falado sobre lixo e coleta seletiva. E eu imaginei como seria o seu quarto. Quantas bolinhas de papel? Folhas do caderno (perdão! Agora é fichário!), rabiscadas e descartadas? E a luz acesa horas e mais horas? O "som" esquecido ligado...! Quem tiver adolescente em casa, que arrisque dizer que nunca viu uma cena destas!

Naquela tarde, cerca de 20 alunos participaram da palestra, no auditório da CPRH. Interagiram. Falaram da realidade ambiental do mundo, da cidade do Recife (o Rio Capibaribe foi citado umas cinco vezes), do bairro onde moram. E alguém lembrou da sua casa, do seu quarto!

Trago esta reflexão à tona, para lembrar o princípio da educação ambiental: pensar globalmente/agir localmente. A abordagem holística (do grego holos, totalidade, abrangência) da educação ambiental, leva-nos a perceber e compreender que o todo é integrado por partes. Ao mesmo tempo, o todo está em cada parte.

Tenho escutado o questionamento: "e depois da palestra? E depois da teoria?" A Educação Ambiental é um processo permanente e contínuo. Sementes lançadas em solo fértil, despertam como árvores. Produzem bons frutos. Mas até lá, é necessário regar, trabalhar o solo. Um processo é interrompido quando perde o dinamismo, a motivação interna cessa. Ou, quando uma força externa o interrompe. Assim também acontece com o processo educacional. Um momento só não basta! A teoria sem a prática, cheira a discurso de palanque!

Que papel temos assumido como pais, educadores, gestores, cidadãos do mundo? Despertar, não só a consciência, mas também o potencial crítico e reflexivo, a partir da realidade na qual estamos envolvidos, deve ser mais que um desejo: que seja esta a nossa missão, no mundo que queremos bem melhor!

Como está o seu "quarto"? E os quartos, nos quatro cantos do mundo (que é esférico, mas tem cantos e muito, muito encantos!) ? Se alguém disser que não vale a pena arrumar a casa, pois nem todos cooperam para isto, ainda assim, façamos a nossa parte! Afinal, como diz o provérbio, "por que amaldiçoar a escuridão, se podemos acender um fósforo?" Eu sei que esta missão também é minha. E você?

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Educação ambiental - nossa missão



"Está na hora de fazer educação ambiental no meu quarto!" - disse uma adolescente, ao término de uma palestra sobre meio ambiente, quando foi falado sobre lixo e coleta seletiva. E eu imaginei como seria o seu quarto. Quantas bolinhas de papel? Folhas do caderno (perdão! Agora é fichário!), rabiscadas e descartadas? E a luz acesa horas e mais horas? O "som" esquecido ligado...! Quem tiver adolescente em casa, que arrisque dizer que nunca viu uma cena destas!

Naquela tarde, cerca de 20 alunos participaram da palestra, no auditório da CPRH. Interagiram. Falaram da realidade ambiental do mundo, da cidade do Recife (o Rio Capibaribe foi citado umas cinco vezes), do bairro onde moram. E alguém lembrou da sua casa, do seu quarto!

Trago esta reflexão à tona, para lembrar o princípio da educação ambiental: pensar globalmente/agir localmente. A abordagem holística (do grego holos, totalidade, abrangência) da educação ambiental, leva-nos a perceber e compreender que o todo é integrado por partes. Ao mesmo tempo, o todo está em cada parte.

Tenho escutado o questionamento: "e depois da palestra? E depois da teoria?" A Educação Ambiental é um processo permanente e contínuo. Sementes lançadas em solo fértil, despertam como árvores. Produzem bons frutos. Mas até lá, é necessário regar, trabalhar o solo. Um processo é interrompido quando perde o dinamismo, a motivação interna cessa. Ou, quando uma força externa o interrompe. Assim também acontece com o processo educacional. Um momento só não basta! A teoria sem a prática, cheira a discurso de palanque!

Que papel temos assumido como pais, educadores, gestores, cidadãos do mundo? Despertar, não só a consciência, mas também o potencial crítico e reflexivo, a partir da realidade na qual estamos envolvidos, deve ser mais que um desejo: que seja esta a nossa missão, no mundo que queremos bem melhor!

Como está o seu "quarto"? E os quartos, nos quatro cantos do mundo (que é esférico, mas tem cantos e muito, muito encantos!) ? Se alguém disser que não vale a pena arrumar a casa, pois nem todos cooperam para isto, ainda assim, façamos a nossa parte! Afinal, como diz o provérbio, "por que amaldiçoar a escuridão, se podemos acender um fósforo?" Eu sei que esta missão também é minha. E você?